Parabens!
Aos palmeirenses pela saída de Luxemburgo.
Obviedades
Uma das obviedades mais frequentemente citadas pela imprensa é o crescente gasto com pessoal do governo federal. Em tempos de discussão sobre lei de Imprensa, cabe aqui perguntar a quem cabe o direito de defesa… Bem, o sítio do Ministério do Planejamento exibe algumas informações interessantes. Em 1995, as despesas de pessoal era aproximadamente 37% da arrecadação líquida do governo federal. Em 2002, caiu para 27%. Já em 2008, após seis anos de farra fiscal, atinge alarmantes 22% (quem abrir os enlaces acima, linha 17 dividida pela linha 14 na primeira planilha, que é ano a ano). Ainda mais interessante, os gastos do poder executivo em 2002 correspondiam a 75% dos gastos federais, enquanto em 2008 foram 73%. Claro que o governo Lula em nenhuma momento desmente as informações da imprensa de forma consistente, pois ao agir desta forma candidata-se aos louros de defensores dos trabalhadores, enquanto mantém o álibi para promover eventuais cortes de gastos, como poderá ocorrer em julho. Triste é o país que chafurda na ignorância.
Notas sobre o dia
1. Satisfaz ver consensos doutos e precários caindo por terra. Como a Espanha, por exemplo. Favorita à Copa. Fantástica e Invencível. Ora, os melhores selecionados espanhóis até hoje nunca foram confiáveis. E a eurocopa… bem, a campeã anterior foi a Grécia. Torço para que a Espanha um dia seja tudo o que pensam que ela é hoje, mas provavelmente quando isto ocorrer a seleção espanhola não será consenso como é (ou foi) em 2009. Aliás, antes disto ela tem de ganhar um ou dois mundiais.
2. Se a Gripe suína é mais leve do que se esperava, e se o vírus pode evoluir de forma imprevista, não seria melhor se pegar logo esta coisa? Adiar a disseminação do vírus é impossível. Seria recomendável? Acho que vou pegar um avião para Buenos Aires e voltar de ônibus…
SUCRE
Como já havia escrito em um post passado, não há hoje uma ameaça a hegemonia econômica americana, e isto está bem documentado no esforço coletivo do G-20 de salvar o FMI. Ao menos não havia. No final de 2008, a Alternativa Bolivariana para a América criou o Sucre, sistema único de compensação regional, uma moeda que será referência contábil para as transações comerciais entre as nações pertencentes à ALBA. Seu valor será determinado através de uma cesta de moedas, incluindo as moedas dos países pertencentes ao bloco. Enfim, não haverá referência ao dólar (exceto pelo Equador, que é dolarizado). Este sistema tratará não apenas de fornecer uma referência contábil, mas também contribuirá para a estabilização destas moedas, ou seja, a instituição se propõe desde logo a ser uma alternativa regional ao FMI.
Infelizmente, no Brasil estas notícias não chegam e, ainda quando chegam, passam em branco, sem maior reflexãoa a respeito. Claro que o governante da Venezuela e suas sucessivas tentativas de se perpetuar no poder não são uma referência política e a administração de sua economia é capenga e repleta de viezes decorrentes de suas opções políticas. No entanto, este senhor produz propostas interessantes, e elas deveriam ser analisadas sem preconceitos.
El gobierno Lula, su oposición y la prensa
Los recientes problemas enfrentados pelo gobierno brasileño han fornecido preocupantes datos con respecto a participación de la oposición y de la prensa en la vida política nacional. Hablamos conjuntamente de la prensa y los partidos de oposición porque ellos han actuado sincrónicamente con raras excepciones, como el caso de los pasajes y otros pequeños escándalos parlamentarios. Este texto es dedicado a dos cuestiones recientes: la CPI de Petrobrás y la cuestión de la “poupança”. La CPI de la Petrobrás fue creada en respuesta a un reporte del jornal O Globo sobre posible encubrimiento de impuestos decurrentes de un cambio en el modo de cálculo de los impuestos, añadiendo otras denuncias. Recuérdense del gobierno FHC, con denuncias mucho mas graves, como la privatización de empresas públicas con serios indicios de irregularidades. En aquel momento, la prensa cerró con el gobierno y los “tucanos”. Ahora, en este episodio menor, un problema de interpretación tributaria, la prensa contribuye con el esfuerzo de PSDB y DEM para desviar la atención de los problemas administrativos del Congreso y de los recientes escándalos. Este CPI es una total pérdida de tiempo y no añade nada, pues que se perderá en problemas tributarios de difícil comprensión. En verdad, solamente el Senador Sarney vence en este momento. El otro problema es la “poupança”, un tipo de depósito a plazo, no fijo, pero con rentabilidad fija en 0,5% más una pequeña corrección monetaria (llamada TR, que hoy es casi cero). El segundo planteamiento refierese a la mudanza del cálculo de los intereses de la tradicional “poupança”, una cuenta remunerada que garantiza 6% al año de juros mínimos. Con la reciente disminución de la tasa de juros, esta regla quedó inviable. Hoy, esta tasa es un piso para los préstamos inmobiliarios, un piso muy grande cuando observase que la mayoría de los países tiene tasa básica de juros menor. El gobierno, temeroso de la reacción de la opinión pública contra la mudanza en el cálculo de la remuneración, propone un sistema de tributación que, en la mejor hipótesis, es una mala y pasajera solución. Pero la oposición, en cuanto podría denunciar esta precaria solución, prefiere denunciarla como un ataque a la cuenta remunerada. Tola solución de la oposición, que deja clara su falta de seriedad y compromiso. En los reportes de la prensa, sorprendentemente, no hemos visto análisis seria con respecto a este dialogue de sordos.
Los chinos y la hegemonía global
Otra pregunta es: China necesita una hegemonía global? Mirando la composición de la balanza comercial china, verificase que los productos manufacturados son los principales exportados. Sin embargo, las importaciones son básicamente de incluyen productos primarios, materias primas para la producción industrial china, y manufacturados. En este contexto, hemos visto un significativo esfuerzo del gobierno chino en garantizar la provisión de materias primas para sus industrias. Esto es particularmente observado en África y Latinoamérica, donde hay habido inversiones chinas en recientes años. Además, la agricultura china es débil, si comparamos la extensión de tierras cultivables y la gran población, de modo que la provisión de géneros alimenticios es estratégica para los chinos, siendo tema sensible. Sin embargo, recientemente hubo reportes de inversiones chinas dedicadas a compra de haciendas en otros continentes para garantizar lo aflujo de comida para su población. Hasta ahora, la necesidad de productos para la economía china no ha concurrido con necesidades similares de otros países, como los Estados Unidos y Europa, pero esto pode ser consecuencia del ritmo despacio de crecimiento de sus economías. Mientras lo escenario de escasez global de recursos naturales se confirme en el futuro, conflictos entre las tres gran potencias poden ocurrir, como suele acontecer en situaciones similares en el pasado. El surgimiento de una India más fuerte y desarrollada pode dar prisa a este escenario. Así, concluyo que China necesitará ejercer una hegemonía global tan o más incisiva que la hegemonía que los Estados Unidos han ejercido en el siglo XX. La acomodación de nuestro país a esta realidad futura traerá importantes desafíos a la diplomacia brasileña.
Voto em lista
No último domingo, na FSP, o jornalista Elio Gaspari brilhantemente ataca a proposta de voto em lista que esta para ser apreciada no Congresso Nacional. O jornalista repete argumentos já anteriormente expostos, como o reforço da burocracia partidária, o problema da representação, etc. Poderíamos pensar que ele defende o voto direto para representação parlamentar, o voto distrital, em que, em eleições majoritárias, os eleitores elegem os deputados, mas não. Em artigo anterior (2008), ele contraria esta hipótese também. Mas o que, afinal, defende o jornalista (e a Rede Globo, vejo agora)? O que existe hoje, um sistema em que o voto é em listas e a posição na lista é determinada pelo número de votos.
Este sistema baseia-se na ilusão de que o eleitor escolhe o candidato. Ilusão, porque ele geralmente vota em um e eleger outro, pois o número de deputados por partido é determinado pelo número de votos na lista. Há situações exdrúxulas neste sistema. Um eleitor tucano (que votou um deputado “jovem” e liberal) pode acabar elegendo um pastor evangélico do DEM. Um eleitor do pseudo-trotskista do PT acaba elegendo alguém do PR, e assim vai. Quem se beneficia? Os candidatos arrivistas, radialistas, sem tradição partidária. Ganham pessoas que tem exposição própria e independente de partidos políticos.
Por outro lado e falado que o sistema de listas só interessa ã burocracia partidária. Há esta possibilidade, mas neste caso a burocracia estará exposta a cada eleição e é ela que será avaliada, cabendo ao eleitor escolher. Além disto, esta burocracia é eleita pelos filiados, que neste caso podem mudá-la, bastando para tanto a mobilização nos foros partidários. Em partidos democráticos este modo de escolha pode levar ao rodízio de parlamentares, por exemplo. Em todo o caso, saem fortalecidos os partidos, a fidelidade e, consequentemente, a governabilidade.
É ideal? Claro que não, ideal seria “Todo Poder aos Sovietes”. No caso da democracia burguesa, quanto mais próximo dos eleitores os eleitos, melhor. Assim, o voto distrital é o melhor possível, ou o voto distrital misto, em que parte dos deputados vêm da lista e parte vem dos distritos. Agora, como é hoje, é um convite ao voto nulo, o mais seguro e o único que está sob o controle do eleitor.
Atheism, spiritualism and materialism
Some people believe you can categorize people as materialist or spiritualist according to their attachment to religious views or even cultural views of the society. We, atheists, in this sense, would be the classical materialist. But materialist, what does it mean? I think most people think that a materialist person is bound to material stuff. Like Madonna, the material girl. However, if you think about Marx (Karl), another classical materialist, he was not bound to properties, money and all this stuff. Indeed, he lived a humble life, interested only in his studies and his militant work. On the other hand, while he formulated the philosophical basis of a materialist view of history, he designed a new kind of spiritualism, in which the proletariat is the leading class in the future of the human being and will lead all of us to a life of fraternity and love to each other. And spiritualism? In the free dictionary.com it is said that spiritualism is a philosophy, doctrine, or religion emphasizing the spiritual aspect of being. Spiritual aspect is related to soul, something not tangible or material. For instance, this brazilian-french spiritual movement (Kardec-followers) had an important leader, Chico Xavier, that passed away some years ago. However, his sons fought over his inheritance. Quite strange, a fight over material stuff in the family of a very important spiritualist. So materialism is widespread. I think most of our life experience is not tangible, most of it is spiritual in sense. It does not mean, necessarily, that we have a spirit of something that will emerge from our corpses. We, atheists, do not believe in a god that will keep we safe from our death. That will fix all mess around. That may preserve our spiritual life while we concern with our material life. We take our responsibility over our lives, material and spiritual sides, and, the most important, we don’t waste time with religion. In conclusion, I think atheists can experience their spiritual life in a deeper and wider way than religious people can.
Obama y La Hegemonia estadounidense
En los últimos anos, con la ascensión de la China como gran potencia comercial y con el fin de la llamada guerra fría, seguidamente podemos leer sobre la posible emergencia de una hegemonía china en el largo plazo y la decadencia de los EEUU como potencia hegemónica. El concepto de hegemonía generalmente sugiere que una clase o grupo es hegemónico si consigue que otros grupos o clases en la sociedad pasen a defender su programa como suyo. Lo mejor e más didáctico ejemplo sobre esto es lo caso de que cualquier persona paupérrima en un país capitalista defiende la propiedad privada de los medios de producción social como necesaria a la existencia de libertad. En los dos gobiernos Bush, aún que las bases económicas del poder estadounidense no se hayan sido abaladas, hubo, sin embargo, una disminución de la capacidad de los EEUU de tornar universales sus planteamientos. Hemos visto esto en las negociaciones de la OMC, en su papel en lo Medio Oriente, en su política ambiental y también en su estrategia de combate al terrorismo desde el ataque al gobierno de Sadam Hussein. Además, en fines de los gobierno Bush ocurrió lo inicio de una grave crisis del capitalismo financiero. Con efecto, durante la campaña presidencial de 2008, la hegemonía norte americana estuvo gravemente abalada y, a continuar la política del gobierno Bush, podríamos antever su decadencia.
De otro lado, los chinos están muy lejos de una política con planteamientos hegemónicos hacia el mundo. Con la elección de Obama, ha ocurrido un cambio radical en la política externa estadounidense, más drásticas en sus políticas hacía los tradicionales enemigos de los EEUU (Irán, Cuba) y su posición ambiental. Con efecto, hay evidencias que la capacidad hegemónica de los EEUU está en recuperación, y lo reporte final del cumbre de lo G-20 ha confirmado esto, porque sus intentos de recuperar la orden económica financiera de Breton Woods con ayuda de los varios países a el FMI, por ejemplo, es un claro caso de un programa particular que he sido tornado universal.
interessante a arbitragem de Vouaden. Ele percebeu que a reclamação não é contra o árbitro deixar de marcar as faltas, mas sim deixar de marcar só para um dos times. E começou a não marcar nada, assim ninguém reclama…
Heroes s3e16 Terminator Lost Galactica
Heroes. O novo recomeço de Heroes está um pouco mais interessante que a temporada passada. Mas é de fôlego curto, pois há personagens capengas. Sylar virou um King Kong em busca do pai (até memórias ele tem, quando antes constava que não suspeitava ser adotado…). Hiro voltou à infância (o Hiro da primeira temporada equilibrava pastelão e seriedade de forma sábia, mas perdeu o equilíbrio e está cada vez mais longe de conseguir).
Terminator. Vi apenas o primeiro de fevereiro. Parece manter a consistência, mesmo após uma certa perda de rumo nos episódios de novembro – dezembro passados.
Galactica. Após perderem a Terra, mudou o plot. Se no original era sobre humanos, agora o seriado é sobre Cylons – todas estas mudanças sem perder a consistência interna – realmente, o melhor atual.
Lost. No primeiro de janeiro parecia legal, mas a confusão aumentou e continua a aumentar. A trama ficou tão complexa, que se eles não resolverem este impasse rapidinho pessoas perderão o fio da meada. Mas, no geral, a avaliação está positiva e continua a alimentar blogs por aí.
Caminho das Índias. Não, brincadeirinha. Mas, por falar nisto, o maior mérito das novelas da Globo é que o povo pode se ver na televisão, mesmo que esta imagem seja distorcida, estereotipada e poluída de merchandising. Agora, infelizmente, os brasileiros ficaram condenados a ver uma versão pífia da Índia.
Gauchão e Libertadores
Escrevo logo após o primeiro gol colorado no Gre-nal, mas o resultado pouco importa. Tanto faz se perderemos, se viraremos, etc. – o fato é que estou muito preocupado. No jogo do Grêmio contra o Veranópolis, depois da anulação absurda do gol de Ortemann, o Grêmio, e principalmente Victor, perderam a calma. E isto foi decisivo para a derrota. Hoje, assim como no último Gre-nal, o Grêmio mostra insegurança. Este nervosismo pode ser (é) fatal em Libertadores.
Espero que o técnico esteja observando isto. Espero que a direção saiba o que fazer. Infelizmente, não vejo melhora em relação ao ano passado.
XII Trofeu Cidade de São Paulo
Já tradição na minha planilha, corri pela quarta vez esta prova. Ainda sinto a falta do Banco Real, pela localização da retirada dos kits (que antes era próxima do metro) e pela qualidade do tecido da camiseta do evento. Além disto, preferia o antigo trajeto, até a Av dos Bandeirantes. Mas chega de chorumelas, aqui vai o balanço.
A temperatura foi agradável, com tempo nublado nos primeiros 6km e sol nos 4 km finais. Água farta, havia até gel de carboidrato no sétimo km, um exagero para 10km, mas ficamos felizes com o agrado. Atrapalhou um pouco uma assimetria na quilometragem: os 2 primeiros km estavam curtos demais, o terceiro longo demais, por exemplo. Para quem corre tentando controlar o ritmo isto faz diferença. O grande público poderia ter atrapalhado, mas é um evento festivo: Viva São Paulo.
No fim, a área de chegada era ampla e a entrega da medalha e do lanche foi muito boa, sem tumulto, sem filas. Enfim, uma corrida bem organizada. Pena não haver fruta no lanche. Mas tudo bem, valeu a barrinha. Parabéns a JJS Eventos por mais uma excelente corrida. E a mim por repetir o tempo do ano passado, embora com kilos a mais e menos tempo de treinamento (54:09, longe do recorde pessoal de 48:30, mas tudo bem – chegaremos lá).
Desabamento do teto da Renascer em Cristo
Muitas vezes defendi o direito do casal Hernandes de fazer dinheiro fornecendo um serviço (e depois uma rede de fornecedores) que é a religião. Penso que isto deve apenas ser regulamentado e sujeito à fiscalização da Receita Federal. Agora, ontem não chovia em São Paulo e o desabamento do teto da igreja mostra que a falta de regulamentação e fiscalização pode custar vidas. No afã do lucro fácil estes neo-empresários constroem templos de forma irresponsável, com estrutura frágil. Vide o exemplo anterior da Universal, que também sofreu com desabamentos. Esta irresponsabilidade tem que acabar.
A propósito, se acontece uma tragédia com um não-crente, foi por falta de fé, influência do demo etc. E agora? Seria esta uma explicação?
O retorno do Ubuntu ao meu desktop
Definitivamente, um sistema atualizável é importante para mim, assim, Adeus Insigne! Tentei Suse, sonho antigo, com KDE 4. Muito bonitinho, mas após 2 anos usando Kubuntu e Ubuntu (mais 6 meses de Xandros, outro baseado em Debian, no meu sub-laptop) posso me considerar um viciado em Synaptic. Não consegui assistir um vídeo em DivX, por exemplo, e não encontrada os pacotes que eu pensava que me ajudariam. Humilhante. Até minha TV leu o vídeo, e PC não! Qual seria a próxima opção?
Debian já instalei uma vez há muito tempo, mas desta vez eu queria algo mais dedicado ao usuário final, devido às crises de relacionamento entre minha all-in-one Epson e o Linux. E há uma leiga usando este PC. Logo, Ubuntu 8.10, Intrepid Ibex. Minha primeira impressão é que o Ubuntu está bem melhor e mais rápido do que era meu Kubuntu, além de mais estável. Diferente da maioria, eu prefiro configurar o dia a dia no Gnome. Gosto dos aplicativos KDE, como o Keep, K-torrent, Kontact, etc. Para substituir o Keep, instalei o Grsync – escrevo mais adiante, mas aqui vai uma dica de site sobre ele-, o Gnome torrent sempre me pareceu excessivamente tosco, mas melhorou. E quanto ao Kontact… Vamos de Evolution. Kopete também sentirei falta, mas pouco uso estas coisas.
Enfim, sistema recém instalado, quando houver mais impressões, deixo aqui.
Não atualize!
No último mês o meu Insigne Momentum vem apresentando um bug chatinho. Quando abre o Gnome, após o login, não abre a barra do Gnome, onde estão o “iniciar” e etc. Para abrir programas eu acabo usando um lançador de Terminal que coloquei na área de trabalho e digito o nome do programa.
Enfim, nada que me atrapalhe no dia a dia. Mas atrapalha outros usuários na hora de desligar (su root e lá vai…).
Como tenho assistência técnica, usei-a. O atendente foi muito solícito e direto no ponto (”Atualizaste no synaptic?” “sim” – é por isto…) . Solução: reinstalar o sistema.
Assim, fica a lição: Linux Insigne não pode ser atualizado, pois, ao contrário do que ocorre com outros, dá problema. Deve ficar assim, desatualizado. Cool! Poderiam até colocar uma plaquinha nos PCs vendidos: favor trocar por outro OS na primeira oportunidade…
Tô com uma coceira por instalar o ubuntu…
Dica de restaurante em Laguna
No Mar Grosso, rua Rio Grande do Sul, Restaurante Ponto 10. Tem pratos fartos em camarão e com preço razoável Para quem não gosta do bicho, tem outras opções de carne. Não há opções vegtetarianas.
Curitiba a Porto Alegre – dezembro de 2009
BR 116: caminho mais curto e odiado. Há praças de pedágio em construção, em Santa Catarina e no Paraná. A última de SC já está pronta, em Lages. Apesar de a pista ser simples, o trânsito é tranquilo em Santa Catarina. Há tráfego pesado, trechos urbanos e semáforos no Paraná, principalmente próximo de Curtitiba. Já do Rio das Antas (mais ou menos) em diante, na direção de Porto Alegre, o tráfego é pesado e há poucos trechos de ultrapassagem. Na grande Porto Alegre é duplicada. Perdi a conta dos pedágios no RS.
BR101: é mais longo o caminho. Não há queda de barreiras decorrentes das enchentes recentes. No RS não trafeguei (fui pela estrada do mar, a qual é tranquila mas tem 16 pardais). Em SC, entre Sombrio e Araranguá é um inferno de pista simples, acostamento precário e muitos (muitos mesmo) caminhões (eles evitam a BR116 devido aos pedágios). Daí em diante, prevalecem os trechos duplicados, mas atenção redobrada porque há obras. De Florianópolis a Curitiba a tranquilidade de sempre.
Condições da Régis Bittencourt – dezembro 2008
Ontem iniciou a cobrança de pedágio em dois pontos, sendo um já depois da serra (próximo a São Paulo) e mais próximo do Paraná. A rodovia não apresenta mais os buracos do início do ano, mas ainda há problemas. As praças de pedágio estão sendo construídas e isto leva a desvios frequentes e precários. Além disto, a operação tapa-buracos feita em torno de Registro foi de qualidade duvidosa, e o asfalta está irregular.
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The Saturnalia are coming and my television year ends with the 13th Terminator (Sarah etc. etc. etc., or TTSCC). This series has lost its point (just like Heroes) – they blame the strike, I do not know. However, something important was revealed in its last 2009 episode: Agent Ellison taught the AI machine, which was the very beginning of the monotheistic rebel Cylons. Let’s Blame Elison!
Let’s celebrate Saturn!
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Bla blah blahr blahrh bhlar bla la a . . [bla bia bea bja blahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh]
hrmmm auhrm au au .au
A la bla bhlar blahrh blahr blah bla
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Final do Heroes
Interessante o final do volume três. Claramente houve perda de rumo neste terceiro volume, e os incêndios do episódio 13 simbolizam um começar de novo no volume quatro. Nathan surge como o próximo potencial vilão (embora Sylar, tecnicamente, pode voltar – se alguém remover o vidro da cabeça do corpo carbonizado). Torço para que este novo volume seja mesmo um recomeço, um novo ciclo.
Word processing for Linux: not perfect yet
Um dos problemas para nós que usamos Linux é a questão dos processadores de texto. Open office é padrão, mas pode ser considerado pesado para máquinas mais antigas. Máquinas que se dão melhor com Word for Windows 97, por exemplo… Mas não só! Há o Abiword, há o K-Office, excelentes opções para Linux. Eu, particularmente, gosto muito do Abiword. Mas, com tantas opções, onde está o problema? Bem, o problema é que Open-Office salva bem em odt e doc, Abiword salva bem em abw e doc, e K-Office salva bem em seu formato (não me lembro) e doc. Ou seja, o denominador comum é o formato nativo do MS-Word. Já tentei abrir odt em K-Office e Abiword, e tive problemas, por exemplo. Felizmente, não há este problema entre Gnumeric e ods.
English version. In my opinion, a drawback for linuxers is the word processor software. Open office has been regarded the standard word processor for linux, but it requires lots of processing and memory resources from old machines. For instance, Ms-Word 97 runs well on these machines… However, there are some other lighter options for Linux, such as Abiword, K-Office and so on. Particularly, I like Abiword a lot. But, with all these options, where is the problem? The problem is that when you use Open-Office you can save the file as odt and doc, when you use Abiword you can save as abw and doc, and when you use K-Office you can save as K-Office format and doc. Indeed, the only file format accepted by these three softwares is doc (and rtf). Once I tried to open an odt file with K-Office and it did not work. The same happened with Abiword. Fortunately, there is no such problem between Gnumeric and ods. (sorry for my poor English)
Capitu, Globo e os Casmurros
Fiquei triste ao assistir esta versão de Dom Casmurro apresentada pela globo. Nada contra a técnica usada, teatralizada. Mas, apresentar Bentinho como um abobado diminui o valor do texto de Machado de Assis. Afinal, Dom Casmurro é narrado pelo ponto de vista de Bentinho, e muitas das reminiscências é temperada pelo ressentimento que toma conta dele depois. Quando alguém diz que foi trouxa no passado e narra suas próprias besteiras ou erros, sejam eles imaginários ou não, pode passar a idéia de estar se referindo a alguém abobalhado.
Por outro lado, nós todos somos Bentinho. Este romance permite várias leituras, e esta é a sua beleza. A minha leitura é de Capitu como uma mulher além de sua época, com iniciativa, e isto era pertubador no século XIX. No livro, Capitu brilha em uma sociedade fosca. Quando filtramos de Machado de Assis a sua criticidade, há uma perda. Por isto, vale o luto.
nova temporada de Heroes
Não é a toa que Heroes está perdendo audiência ano a ano (caiu pela metade em relação a primeira temporada). Nesta terceira temporada, Villains, há uma nítida perda de rumo. Eles tentaram corrigir isto resgatando aluns clichês (o amor de Sylar, a filha rebelde, o pai como professor, etc.) – mas o sucesso da primeira temporada vinha de seu roteiro não tão previsível. Afinal, o herói era o enfermeiro sem ambição (ou ainda, sem nenhuma outra ambição além de salvar o mundo). Sylar perdeu toda o seu atrativo, com o surgimento de um Sylar anterior a tudo do qual não havia qualquer sinal até a atual temporada. Ridículo. Por outro lado, Mr Petrelli não encarna um bom vilão. Agora, este episódio do eclipse, com todas as consequências deste, fez a história ficar ainda mais confusa e desinteressante. Não sei se verei uma nova temporada.
últimos estertores de meu kubuntu
comprei um novo computador. Meu velho Athlon XP 2.1 512 mb ram, 60gb+ 4gb de disco rígido e placa de vídeo nvidia 64mb com seus 6 anos de uso está sobrecarregado, pedindo substituição. O kubuntu até a versão 8.04 levou bem esta máquina velha, exceto pela eterna briga com a impressora Epson CX-4700 (all-in-one), mas a 8.10 em livecd já ficaria impraticável. Assim vi no site do Magazine Luiza uma oferta imperdível: um dual-core (+/-), 2gb ram, 160 gb de hd, vídeo onboard intel, por 650 reais. Não tive dúvidas, comprei. O computador chegou 36 horas após finalizada a compra e veio com o Línux Insigne.
Línux Insigne, versão 5.0 (Momentum), é uma distribuição linux nacional muito usada no programa PC para todos, mas com poucas referências na Internet. Ele usa pacotes Debian, apt-get, e o que todos tem (open-office, gimp, etc.). Seu principal diferencial é o reconhecimento e configuração de um winmodem Motorola (sm56, barra pesada para linuxers…) e o reconhecimento de hardware em geral.
Minha primeira idéia foi deletá-lo e instalar Open-suse ou Ubuntu ou outro (fiz lives cds do PCLinuxOS, ArchLinux, Debian e Fedora – eu estava de mal com Kubuntu porque o 8.10 não tem Kaffeine…). No entanto ao chegar o PC, com suporte de 12 meses, tudo configuradinho, me ocorreu um mix de preguiça e curiosidade que me levou a manter o Insigne. Assim, este diário linux passará a relatar minhas experiências com este Linux.
Minha primeira dificuldade foi com o monitor, que não dava a resolução 1280×1024. Não me fiz de rogado! Liguei para o suporte, fui atendido em 10 minutos, e a moça simpaticamente fez meu cadastro e disse que eu devia entrar com o CD original e escolher a terceira opção da tela, que ela iria reconhecer o monitor. Em 20 minutos, tudo resolvido. Como o outro PC ainda está conectado à internet por cabo, resolvi desenterrar um dispositivo usb para wireless e tentar usar a internet por este dispositivo. No Centro de Controle tem um ícone para Wireless, que usou o driver Windows, e pronto – é a minha internet agora. Daí conectei a impressora, minha maldita all-in-one Epson CX-4700: imprimiu! e o scanner funcionou perfeitamente (no Kubuntu o scanner só funcionou em preto e branco)! Bit-torrent, Ok (apesar de gnome, arrrrhhhhh). A única falha foi que quando hibernava não voltava, mas tudo bem.
Fiquei muito empolgado. Decidi radicalizar: abri o Synaptic e marquei todas as atualizações possíveis (2 gigas de download). Pronto! Travou tudo! Fiquei sem espaço no disco rígido… Descobri que os sacanas da Daruma (fabricante) particionam o disco rígido da seguinte forma: 4 GB como / , 512 MB como Linux-swap (por isto a hibernação não funciona), e o resto como /home.
Aí começou meu drama: fiquei uma manhã inteira tentado salvar o sistema da forma que era antes até que decidi reparticionar: minha idéia inicial foi deixar 20 como raiz, 2 como swap e o resto como home. Não deu certo porque não consegui (mesmo na opção “expert” do instalador) direcionar a participação que eu queria para a home (tentei editando depois o fstab, mas também não deu certo). Finalmente, tudo deu certo quando deixei raiz com 155 e swap com 5 gigas.
Minha conclusão é que o sistema com Insigne é bom e fácil de usar, mas um usuário completamente inexperiente em Linux poderia se embananar. A culpa é menos desta companhia e mais dos fabricantes, que fazem configurações inadequadas.
Os jogadores do palmeiras vinham muito confiantes em tropeços do Grêmio… Na realidade, o Grêmio hoje pode tropeçar a vontade…
Ontem ouvi um bambi dizendo que esperam que o Grêmio tropece. Ridículo! Fim de agosto jogaram contra o Grêmio e disseram que aquele jogo era uma “final antecipada”. Perderam. Agora esqueçam! Façam finais antecipadas por Libertadores com outros times, mas esqueçam o Grêmio. Deixem o Grêmio para o ano que vem.
as primeiras dificuldades com a dieta DASH referem-se aos vegetais. É difícil comer as cinco porções recomendadas no meu caso. Outra dificuldade é a restrição a doces, chocolates, etc. Mas isto é comum a todas as dietas.
se o brasil fosse um país sério …
seria o caso de revisar todos os crimes apurados pela delegacia de Guarulhos que indiciou por assassinato 3 inocentes após confissão obtida por tortura.
mas não é.