Blog Segunda Leitura

all that is solid melts into air…

adaptações

quando fazem um filme baseado em um livro, sempre há modificações, claro. são linguagens diferentes. Vi I am a legend, com o will smith, e resolvi ler o livro. Ou melhor, ouvir. E neste caso há exemplos de moficações, nítidas. No livro são vampiros, no filme, raiva. Mas o que mais me chamou a atenção foi a música que Neville ouve: Beethoven foi trocado por Bob Marley. Isto não tem cabimento. Tudo tem limite!

when a book is adapted to the movies, there are always plot modifications. It’s easy to understand, different languages. I saw a couple months ago I am a legend, and I decided to read the book. I’ve been listening this book, and there are striking modifications.For instance, in the book, there are vampires, but in the movies they have rabies. OK, that’s fine. However,  Neville listens Bob Marley in the movie, but Beethoven in the book. No way! It would be better to keep Beethoven! The modifications have to have a limit.

29 Março 2008 Publicado por strehl | Uncategorized | | Sem comentários ainda

Reference Manager

Nunca usei um reference manager, como o Endnote, seja porque era caro seja porque não tinha particular interesse em piratear este tipo de programa, mas sempre pensei que um dia eu teria de usar. Agora que migrei para o Linux, sapeando no repositório de programas vi algumas alternativas e resolvi tentar. A primeira, o Pybliographer, é um programa que se integra com o processador de texto Lyx e com o Openoffice (este, ao menos, em tese). Instalei, fiz algumas tentativas e não entendi direito como funciona. A outra alternativa do repositório,cujo nome não me recordo, também tem limitações similares (Lyx, etc.). Passei a procurar na internet, e achei um web-based, o Zotero. É um add-on do Firefox, queé muito facilmente instalado, seja em Linux ou Windows. Uma vez instalado, conforme a orientação do site, basta reiniciar o navegador, e já aparece no canto inferior direito o programa. Então, instala-se o Add-on do Open Office, também muito fácil (tudo explicado no link acima). Reiniciado o processador de texto, observam-se os ícones correspondentes acima a esquerda. Então, basta navegar na internet em uma base de dados, como o PubMed, e incluir as referências que se quer na base de dados. Após, com o Open-Office, basta introduzir a referência no texto. É possível incluir outros modelos de referência que os incluídos default. Muito simples. Fica a dica para quem quiser economizar os 299 dólares da licença do Endnote, de forma legal e gratuita.

26 Março 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Pen drive

Um dos problemas para quem usa Linux (talvez o maior) é o monopólio das mentes, pelo Windows. Há coisas injustificáveis. Universidades públicas com a maioria dos PCs rodando Windows e com Microsoft Office. E este, fica mudando o padrão dos documentos, restando aos demais piratear um Office. Não mais!!! Instalei um programa para windows que resolve isto. Para tanto fui ao PC que uso na universidade e intalei o Portable Apps. Este programa permite que se rode a partir do pen drive alguns programas de uso livre, como o Open-Office, o Mozila Firefox, o Thunderbird, Gaim, etc. Até jogos! No meu caso, eu não queria revisar em Power Point uma apresentação que eu havia feito em Open-office, no Linux. Assim, instalei o Portable Apps e no dia da minha apresentação apenas pluguei o pen-drive, abri o aplicativo, e apresentei minha aula em Open-Office. Maravilhoso, não?

24 Março 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Filme professor – aluno

Ontem tentei ver um. Mas é uma dor insuportável… O aluno geralmente é um babaca, o professor fica falando milhares de mensagens de auto-ajuda, enfim: tortura sem piedade o aluno e o trouxa que está assistindo.

Se eu fosse ator e me convidassem para ser professor em um filme destes, eu cobraria triplicado pelo desgaste da imagem. Eu, por exemplo, vou evitar o Nick Nolte por uns bons anos. No caso do aluno, até nem tanto, fica sempre a curiosidade para ver se ele é tão babaca quanto parece ou se é um ótimo ator – talvez até impulsione a carreira.

22 Março 2008 Publicado por strehl | Coisas que detesto | | Sem comentários ainda

A manifestação de hoje na M’Boi Mirim de passageiros de ônibus contra o elevado tempo gasto durante o transporte é um sinal. Até onde eu sei, é a primeira do gênero na cidade de São Paulo, ao menos sem nenhum evento específico, tal como greve lock out etc. Nesta mesma semana, tive a oportunidade de andar de ônibus no corredor da Paulista: após 45 minutos o ônibus havia andado menos de 2 quadras e desisti, assim como outras pessoas. Anos de falta de investimento na expansão do metrô levaram a esta situação de caos no transporte público, que não é facilmente percebida por quem não o usa (como eu). Imagino as pessoas que todo o dia perdem jornadas inteiras de trabalho dentro desta fila indiana interminável de ônibus desconfortáveis – a revolta é iminente. A violência é a maior ameaça visível e sensível à convivência na cidade, mas chamo a atenção para a aparição deste outro problema, a precariedade do transporte. Penso que protestos como os observados hoje devem se tornar mais e mais frequentes, e medidas emergenciais terão de ser tomadas para amenizar a situação do trânsito. Talvez a ampliação do rodízio, talvez o pedágio urbano, certamente a mobilização de recursos das três esferas para ampliar a capacidade e extensão do metrô. É uma pena que mais uma campanha eleitoral se perderá sem se discutir claramente o problema, pois todas estas medidas serão sentidas pela classe média e nenhum candidato vai querer se indisponibilizar com ela neste ano. Mas assim é a democracia brasileira, baseada no estelionato eleitoral.

7 Março 2008 Publicado por strehl | Política | | Sem comentários ainda

Colômbia, Venezuela e Equador

Neste recente conflito, tudo indica que todos são culpados. O governo Uribe tem relações carnais (parafraseando Menen) com os contras e com os EUA. Atacar um acampamento do outro lado da fronteira é um disparate, e não ajuda em nada o possível processo de paz – por que não contactaram oficialmente o governo do Equador?. Já o governo da Venezuela tem culpa sim, pois deixa cada vez mais clara sua simpatia (cumplicidade?) com as FARC, a narco guerrilha colombiana que não possui mais nenhum projeto de poder. Mandar tropas para a fronteira não foi a melhor coisa a fazer. Já o governo do Equador, talvez estivesse abrigando os guerrilheiros, mas talvez estivesse fazendo isto apenas como parte do processo de negociação em torno de Bettancourt (o governo francês disse que o principal contato era Reyes). Mesmo assim, deveria ter contactado o governo colombiano. Assim, para variar, todos são culpados.

4 Março 2008 Publicado por strehl | Política | | Sem comentários ainda