Sniff…
Fiquei sabendo recentemente que a Revista Primeira Leitura, vã guarda da intelligentsia tucana, bateu as botas há um ou dois anos atrás. Este blog foi nomeado after aquela revista, a qual eu gostava muito de ler. Era uma revista inteligente e claramente partidária – eu discordava de quase tudo, mas aprecio uma boa revista. Fiquei triste, e até pensei em mudar o nome do blog para Primeira Leitura, mas não! Deixa como Segunda Leitura, pois é algo muito mais significativo que uma apressada primeira leitura.
Só há uma solução para a crise do governo do RS: um acordo entre os principais partidos (PT inclusive) que leve ao impeachment da governadora por prevaricação e do vice-governador por quebra de decoro (é injusto, mas necessário). Neste caso assumiria o governo temporariamente o presidente da Assembléia Legislativa e como segunda parte do acordo em novas eleições para o mandato tampão os signatários do acordo apoiariam o mesmo candidato. E só. Fácil, não?
A governadora do Rio Grande do Sul prevaricou. No mínimo. César Busatto também. Ambos devem ser processados e se tornarem inelegíveis por oito anos. E cassados.
a crise no Rio Grande do Sul parece surreal para quem vê de São Paulo, tamanha a cara de pau da argumentação do secretário da casa civil. Ele afirma que o financiamento viria pelas nomeações, mas onde existem nomeações? Só no DETRAN e no BANRISUL? Não!!!! O Rs apresenta milhares de cargos em comissão, parcela ínfima destes no DETRAN e no BANRISUL. Enquanto isto, a cobertura da RBS insiste em não ver que o rei está nu.
No dia na liberdade de imprensa a TV Globo reconhece os limites desta. No novo portal, em que disponibiliza vídeos de sua história, inclusive os polêmicos, a Globo coloca editoriais, sem dar ouvidos a argumentos contrários. Mais grave ainda, na questão das diretas, fica claro que a dita liberdade de imprensa está sujeita à vontade de seus donos, sendo uma liberdade tutelada, uma não-liberdade, pois justifica a não cobertura das Diretas Já no noticiário nacional pela necessidade de evitar “inquietação”.
Como pode celebrar a liberdade uma empresa que apoiou ativamente o golpe militar e a ditadura militar? Só no Brasil mesmo…
acharam mais uma tela de Monet. perdida, provavelmente. olhei – igual a tantas outras. taí algo que não aguento mais: o impressionismo francês e seus fãs. pessoas doentias por brumas. ah! coisa medíocre.
estou vendo Terminator (The Sarah Connor’s Chronicles) e Battlestar Galactica, duas séries com a idéia convergente de que o mundo será dominado por máquinas. é interessante observar que na primeira série foi perdida qualquer relação com a continuidade da franquia do cinema. outra coisa é a diferença brutal de roteiro entre as duas, pois Galactica é muito melhor escrito. Mas não é por isto que escrevo, pois ambos são consumíveis. Escrevo para especular se em um mundo em que as máquinas sejam inteligentes elas se dediquem a destruir humanos. Sempre achei besteira isto, mas agora notei que, dependendo da tarefa posta para a máquina, a destruição pode ser uma alternativa óbvia.