Blog Segunda Leitura

all that is solid melts into air…

O retorno do Ubuntu ao meu desktop

Definitivamente, um sistema atualizável é importante para mim, assim, Adeus Insigne! Tentei Suse, sonho antigo, com KDE 4. Muito bonitinho, mas após 2 anos usando Kubuntu e Ubuntu (mais 6 meses de Xandros, outro baseado em Debian, no meu sub-laptop) posso me considerar um viciado em Synaptic. Não consegui assistir um vídeo em DivX, por exemplo, e não encontrada os pacotes que eu pensava que me ajudariam. Humilhante. Até minha TV leu o vídeo, e PC não! Qual seria a próxima opção?

Debian já instalei uma vez há muito tempo, mas desta vez eu queria algo mais dedicado ao usuário final, devido às crises de relacionamento entre minha all-in-one Epson e o Linux. E há uma leiga usando este PC. Logo, Ubuntu 8.10, Intrepid Ibex. Minha primeira impressão é que o Ubuntu está bem melhor e mais rápido do que era meu Kubuntu, além de mais estável. Diferente da maioria, eu prefiro configurar o dia a dia no Gnome. Gosto dos aplicativos KDE, como o Keep, K-torrent, Kontact, etc. Para substituir o Keep, instalei o Grsync – escrevo mais adiante, mas aqui vai uma dica de site sobre ele-, o Gnome torrent sempre me pareceu excessivamente tosco, mas melhorou. E quanto ao Kontact… Vamos de Evolution. Kopete também sentirei falta, mas pouco uso estas coisas.

Enfim, sistema recém instalado, quando houver mais impressões, deixo aqui.

17 Janeiro 2009 Publicado por strehl | Diário Linux | , , | Sem comentários ainda

Não atualize!

No último mês o meu Insigne Momentum vem apresentando um bug chatinho. Quando abre o Gnome, após o login, não abre a barra do Gnome, onde estão o “iniciar” e etc. Para abrir programas eu acabo usando um lançador de Terminal que coloquei na área de trabalho e digito o nome do programa.

Enfim, nada que me atrapalhe no dia a dia. Mas atrapalha outros usuários na hora de desligar (su root e lá vai…).

Como tenho assistência técnica, usei-a. O atendente foi muito solícito e direto no ponto (“Atualizaste no synaptic?”  “sim” – é por isto…) . Solução: reinstalar o sistema.

Assim, fica a lição: Linux Insigne não pode ser atualizado, pois, ao contrário do que ocorre com outros, dá problema. Deve ficar assim, desatualizado. Cool! Poderiam até colocar uma plaquinha nos PCs vendidos: favor trocar por outro OS na primeira oportunidade…

Tô com uma coceira por instalar o ubuntu…

12 Janeiro 2009 Publicado por strehl | Diário Linux | , , | Sem comentários ainda

Word processing for Linux: not perfect yet

Um dos problemas para nós que usamos Linux é a questão dos processadores de texto. Open office é padrão, mas pode ser considerado pesado para máquinas mais antigas. Máquinas que se dão melhor com Word for Windows 97, por exemplo… Mas não só! Há o Abiword, há o K-Office, excelentes opções para Linux. Eu, particularmente, gosto muito do Abiword. Mas, com tantas opções, onde está o problema? Bem, o problema é que Open-Office salva bem em odt e doc, Abiword salva bem em abw e doc, e K-Office salva bem em seu formato (não me lembro) e doc. Ou seja, o denominador comum é o formato nativo do MS-Word. Já tentei abrir odt em K-Office e Abiword, e tive problemas, por exemplo. Felizmente, não há este problema entre Gnumeric e ods.

English version. In my opinion, a drawback for linuxers is the word processor software. Open office has been regarded the standard word processor for linux, but it requires lots of processing and memory resources from old machines. For instance, Ms-Word 97 runs well on these machines… However, there are some other lighter options for Linux, such as Abiword, K-Office and so on. Particularly, I like Abiword a lot. But, with all these options, where is the problem? The problem is that when you use Open-Office you can save the file as odt and doc, when you use Abiword you can save as abw and doc, and when you use K-Office you can save as K-Office format and doc. Indeed, the only file format accepted by these three softwares is doc (and rtf). Once I tried to open an odt file with K-Office and it did not work. The same happened with Abiword. Fortunately, there is no such problem between Gnumeric and ods. (sorry for my poor English)

17 Dezembro 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | , , , , , , , | Sem comentários ainda

últimos estertores de meu kubuntu

comprei um novo computador. Meu velho Athlon XP 2.1 512 mb ram, 60gb+ 4gb de disco rígido e placa de vídeo nvidia 64mb com seus 6 anos de uso está sobrecarregado, pedindo substituição. O kubuntu até a versão 8.04 levou bem esta máquina velha, exceto pela eterna briga com a impressora Epson CX-4700 (all-in-one), mas a 8.10 em livecd já ficaria impraticável. Assim vi no site do Magazine Luiza uma oferta imperdível: um dual-core (+/-), 2gb ram, 160 gb de hd, vídeo onboard intel, por 650 reais. Não tive dúvidas, comprei. O computador chegou 36 horas após finalizada a compra e veio com o Línux Insigne.

Línux Insigne, versão 5.0 (Momentum), é uma distribuição linux nacional muito usada no programa PC para todos, mas com poucas referências na Internet. Ele usa pacotes Debian, apt-get, e o que todos tem (open-office, gimp, etc.). Seu principal diferencial é o reconhecimento e configuração de um winmodem Motorola (sm56, barra pesada para linuxers…) e o reconhecimento de hardware em geral.

Minha primeira idéia foi deletá-lo e instalar Open-suse ou Ubuntu ou outro (fiz lives cds do PCLinuxOS, ArchLinux, Debian e Fedora – eu estava de mal com Kubuntu porque o 8.10 não tem Kaffeine…). No entanto ao chegar o PC, com suporte de 12 meses, tudo configuradinho, me ocorreu um mix de preguiça e curiosidade que me levou a manter o Insigne. Assim, este diário linux passará a relatar minhas experiências com este Linux.

Minha primeira dificuldade foi com o monitor, que não dava a resolução 1280×1024. Não me fiz de rogado! Liguei para o suporte, fui atendido em 10 minutos, e a moça simpaticamente fez meu cadastro e disse que eu devia entrar com o CD original e escolher a terceira opção da tela, que ela iria reconhecer o monitor. Em 20 minutos, tudo resolvido. Como o outro PC ainda está conectado à internet por cabo, resolvi desenterrar um dispositivo usb para wireless e tentar usar a internet por este dispositivo. No Centro de Controle tem um ícone para Wireless, que usou o driver Windows, e pronto – é a minha internet agora. Daí conectei a impressora, minha maldita all-in-one Epson CX-4700: imprimiu! e o scanner funcionou perfeitamente (no Kubuntu o scanner só funcionou em preto e branco)! Bit-torrent, Ok (apesar de gnome, arrrrhhhhh). A única falha foi que quando hibernava não voltava, mas tudo bem.

Fiquei muito empolgado. Decidi radicalizar: abri o Synaptic e marquei todas as atualizações possíveis (2 gigas de download). Pronto! Travou tudo! Fiquei sem espaço no disco rígido… Descobri que os sacanas da Daruma (fabricante) particionam o disco rígido da seguinte forma: 4 GB como / , 512 MB como Linux-swap (por isto a hibernação não funciona), e o resto como /home.

Aí começou meu drama: fiquei uma manhã inteira tentado salvar o sistema da forma que era antes até que decidi reparticionar: minha idéia inicial foi deixar 20 como raiz, 2 como swap e o resto como home. Não deu certo porque não consegui (mesmo na opção “expert” do instalador) direcionar a participação que eu queria para a home (tentei editando depois o fstab, mas também não deu certo). Finalmente, tudo deu certo quando deixei raiz com 155 e swap com 5 gigas.

Minha conclusão é que o sistema com Insigne é bom e fácil de usar, mas um usuário completamente inexperiente em Linux poderia se embananar. A culpa é menos desta companhia e mais dos fabricantes, que fazem configurações inadequadas.

26 Novembro 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | , , , , , , , | 3 Comentários

my kubuntu is almost freezing after upgrading it to 8.04… i’m wondering why it happened.

30 Abril 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

atualização traumática para o Kubuntu 8.04. atualizei via apt-manager para o novo sistema, mas tive problemas. o firefox é o firefox versão 3, que não é compatível com um plugin muito importante que uso. desinstalei e voltei para o dois, o que fez com que meu java não funcionasse mais. agora, estou sem site do bb !

28 Abril 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Reference Manager

Nunca usei um reference manager, como o Endnote, seja porque era caro seja porque não tinha particular interesse em piratear este tipo de programa, mas sempre pensei que um dia eu teria de usar. Agora que migrei para o Linux, sapeando no repositório de programas vi algumas alternativas e resolvi tentar. A primeira, o Pybliographer, é um programa que se integra com o processador de texto Lyx e com o Openoffice (este, ao menos, em tese). Instalei, fiz algumas tentativas e não entendi direito como funciona. A outra alternativa do repositório,cujo nome não me recordo, também tem limitações similares (Lyx, etc.). Passei a procurar na internet, e achei um web-based, o Zotero. É um add-on do Firefox, queé muito facilmente instalado, seja em Linux ou Windows. Uma vez instalado, conforme a orientação do site, basta reiniciar o navegador, e já aparece no canto inferior direito o programa. Então, instala-se o Add-on do Open Office, também muito fácil (tudo explicado no link acima). Reiniciado o processador de texto, observam-se os ícones correspondentes acima a esquerda. Então, basta navegar na internet em uma base de dados, como o PubMed, e incluir as referências que se quer na base de dados. Após, com o Open-Office, basta introduzir a referência no texto. É possível incluir outros modelos de referência que os incluídos default. Muito simples. Fica a dica para quem quiser economizar os 299 dólares da licença do Endnote, de forma legal e gratuita.

26 Março 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Pen drive

Um dos problemas para quem usa Linux (talvez o maior) é o monopólio das mentes, pelo Windows. Há coisas injustificáveis. Universidades públicas com a maioria dos PCs rodando Windows e com Microsoft Office. E este, fica mudando o padrão dos documentos, restando aos demais piratear um Office. Não mais!!! Instalei um programa para windows que resolve isto. Para tanto fui ao PC que uso na universidade e intalei o Portable Apps. Este programa permite que se rode a partir do pen drive alguns programas de uso livre, como o Open-Office, o Mozila Firefox, o Thunderbird, Gaim, etc. Até jogos! No meu caso, eu não queria revisar em Power Point uma apresentação que eu havia feito em Open-office, no Linux. Assim, instalei o Portable Apps e no dia da minha apresentação apenas pluguei o pen-drive, abri o aplicativo, e apresentei minha aula em Open-Office. Maravilhoso, não?

24 Março 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Boas novidades para o ubuntu 8.04

Li hoje no meu feeder de notícias, Akregator, que a versão alfa recentemente lançada possui um disk manager que facilitará o reconhecimento de novos discos rígidos adicionados pelo usuário após a instalação. Eu mesmo tive problemas relacionados a isto, porque o disco em que estava meu ubuntu anterior não foi prontamente reconhecido, mesmo depois de formatá-lo. Tive de editar o arquivo fstab manualmente, o que foi fácil, mas que muitos usuários não gostariam de fazer no dia a dia. E ubuntu é “linux for human beings”, todos eles, não apenas os iniciados…

9 Fevereiro 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Migração final, dificuldades

A principal dificuldade até agora refere-se a sites não amigáveis para linux, como o decolar.com, o submarino, o blog da míriam leitão, e outros. São sites feitos para internet explorer, provavelmente de acionistas da microsoft.

20 Janeiro 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Retorno do blog

Retorno hoje após 3 meses com preguiça de ver a senha na caixa do hotmail (I hate hotmail).
Dentro do meu diário linux, queria dizer que as experiências prosperaram, meu XP travou de vez e hoje escreve de um kubuntu 7.10. Deletei a partição windows. Após um defeito na minha GRUB, a partição linux anterior também está inacessível, mas pretendo estudar como acessá-la.
Sobre a migração, no meu caso fica mais fácil porque os únicos programas que uso do windows são os programas de estatística, e há disponível no linux (aliás, de graça: basta dar um sudo apt-get install r-base, e vem todo este imenso e poderosíssimo programa que é o R – command-line, como era em linha de comando o Epi-Info (ao menos o melhor deles). Uma grande facilidade é esta: instalei no domingo e, a medida que me lembro do que eu usava antes de software, eu abro o Adept e instalo na boa – se fosse wrwindows, seria aquela sucessão de CDs de instalação, e eu veria o desempenho cair programa a programa…
A maior dificuldade que tenho são com os sites feitos para internet explorer (inclusive o site do Grêmio, cujo link está a direita).
É a primeira vez que uso o kubuntu, e logo de cara é a vez “definitiva”, e escolhi primeiro porque é azul (!), segundo porque desde os Conectivas sempre gostei de KDE (aparência geral), e depois porque gosto dos aplicativos do KDE. O primeiro problema que tive foi a impressora. Há um tutorial online (sobre o site avassys, ou algo assim) que não funcionou comigo (versão 7.04), mas, ao atualizar para a versão 7.10, deu tudo certo – a impressora está imprimindo bem, agora (melhor que antes, inclusive). O scanner é que não tem jeito mesmo, mas isto eu não conseguia usar nem no XP desktop…

15 Janeiro 2008 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Drama no meu Ubuntu

Como já escrevi antes, instalei o Ubuntu em um disco rígido pequeno, com 4 GB. Eu tentei gravar um DVD de dados pelo Nautilus, e travou no início, antes de tocar na mídia. Isto me grilou, e como não houve mensagem de erro com que eu pudesse identificar o problema, pensei, pensei, e decidi instalar algum software de gravação. Procurei no “Adicionar Sofware” e achei dois: k3b e Gnome Baker. Afoito, nem vi que o k3b era Kde e Kubuntu, e selecionei os dois. Na instalação do k3b o disco chegou a 0 bytes ! o SO não travou, mas não conseguia fazer nada pois apareciam mensagens de erro dizendo que eu estava com pouco espaço de HD.

Acho que eu poderia ter deletado o cache dos navegadores (Firefox e Galeon), mas a solução que eu fiz na hora foi outra: entrei com um liveCD (damn small Linux), montei os HDs e fiz backup da minha pasta home do Ubuntu (só dos dados pessoais) e deletei os arquivos pessoais (não toquei nas pastas e arquivos de configuração). Reiniciei a máquina, e o Ubuntu abriu como se nada tivesse ocorrido!

Viva os LiveCDs!

15 Outubro 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Kubuntu / Xubuntu

Baixei e testei o Kubuntu 7.04 rodando direto do LiveCD. Tenho usado o Ubuntu, mas como meu primeiro Línux foi um Conectiva, no qual eu usava como interface preferencialmente o KDE, sou gamado no KDE. E o Kubuntu me pareceu uma opção fácil de usar, com diversas opções de customização e, de quebra, bonito e elegante. O KOffice me pareceu uma excelente opção de Office, sendo menos pesado que o OpenOffice. É uma pena que tanto ele, quanto o Gnome Office, tenham problemas de compatibilidade com o OpenOffice.

Outro teste foi o Xubuntu Live CD 7.04. Este SO é mais leve que o Ubuntu e vem com o X como interface gráfica, Abiword e Gnome Office. Não usei muito, pois não simpatizei, mas é uma opção.

10 Outubro 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | 1 Comentário

Beryl

instalei, finalmente, o Beryl no meu ubuntu, conforme a sequência da PC Master 119. Em suma, os pacotes estão no synaptic (beryl, beryl-manager, emerald). Tinha medo de instalar estes efeitos porque pensei que o PC ficaria lento, mas nada disto. Não afeta em nada o desempenho, e recomendo para quem quiser.

22 Agosto 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Statistical packages for Linux to health professionals and researchers

When people want to migrate to Linux one of the problems is that sometimes there are some Windows software that only exist for Windows. Sometimes people only have the Windows version. It has occurred to me with statistical packages, because in my university there is the Stata for Windows, and I have a friend with SPSS.

In Ubuntu, if we search for statistics in the “Add Software” we don’t find any statistical package. There are spreadsheets, such as Gnumeric and Openoffice Starcalc. These spreadsheets are quite similar to Excel, and they do graphics and some statistical functions. In the list of statistical packages of Wikipedia I found two useful tips. The first one is Gretl: this software has a Windows version, but it did not work to me earlier. Nevertheless, the ubuntu version (available at repositories and installed via Add Software) is very good. It imported my Stata files and analyzed. I can’t import xls files, but it is ok. The other option is R and its GUI R Commander. The packages are available at Synaptic, and I found a website (in Spanish) describing how to install. I tested the program a little, but I think it is more difficult than Gretl, but it is also more powerful.

10 Agosto 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Estatística em Linux para pessoas da saúde no Ubuntu

Um dos meus principais problemas em abandonar o Windows são os pacotes estatísticos. Na minha universidade se usa o Stata para windows, e conheço pessoas que usam Epi Info, SPSS, SigmaStat etc. Todos estes, para Windows. Stata tem linux-version, mas na maioria dos lugares se compra a versão “mainstream”.

No Ubuntu, procurando como estatística nos pacotes não se acha nada. No entanto, vamos lá. Há planilhas (Gnumeric e Openoffice), as quais fazem gráficos como o Excel e estatística como o Excel. Na Wikipedia peguei nomes de programas de estatística que existem e achei entre os softwares do repositório o Gretl. Este programa tem uma versão Windows, com a qual me desentendi uma vez. Na versão Linux, tudo funcionou – o modo de operação é diferente do que estou acostumado, e não consegui apenas importar formato Excel, mas consegui Stata.

Uma opção aparentemente mais sofisticada é o R e sua interface gráfica R commander, cuja instalação está detalhada em outro site. É uma opção mais avançada, mas que vale a pena tentar.

10 Agosto 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

A interdição a ouvintes brasileiros em web rádios americanas

Há uma lei americana que a partir de meados deste ano interditou o acesso às rádios personalizáveis online a partir de outros países. A identificação do internauta é fornecida pelo IP, o que impede o acesso. Esta restrição pode ser contornada se se conseguir um IP americano, como em acesso VPN por exemplo. Outro maneira é usar o acelerador de internet do Google, o qual faz com que o acesso a internet ocorre através dos servidores do Google, e faz com que a pessoa navegue com um IP americano, pois o Google se situa nos EUA.

There is an American law that has forbidden the access of international costumers to customizable American web radios. It has occurred this year. The identification of the person is by his/her IP, and then the site is blocked. This restriction can be overcome with an American IP (like VPN access), or even blocking the exhibition of the IP. If you use a web accelerator, like Google web accelerator, it can work also. The “acceleration of the internet” is obtained by using the Google server that has lots of files stored. Since web browsing will occur through the Google server, the IP address is an American one, because the Google server is located in the USA.

12 Julho 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | 2 Comentários

Bit torrent

  1. Não achei o programa Bit Torrent do meu Linux, Ubuntu 7.04. Então, entrei em um site de busca (mininova) e cliquei em um torrent e … surpresa!!!! O Linux reconhece e baixa na pasta pessoal !!!! Mais fácil que no ruindows… Só não sei como semear agora, mas também não faço questão.
  2. Li na PC Master deste mês sobre programas de edição de audio. Baixei o Audacity, usando o gerenciador de programas do Ubuntu, e tentei fazer um toque de celular com um mp3 meu, cortando-o. O Audacity para salvar mp3 precisa de um arquivo adicional, LAME, que pode ser baixado pelo Synaptic (são dois pacotes RPM). Feito isto, beleza: salvei meu mp3, e meu toque de celular.

10 Julho 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

A minha impressora CX-4700

Acho que já escrevi aqui que minha impressora no ubuntu imprimia apenas metade da página e ficava pensando. Como vcs sabem, tive de reinstalar o sistema devido a um problema no Grub. Agora ela imprime tudo e fica toda prosa. Já atualizei o sistema para o 7.04 e tudo ok, inclusive.

27 Junho 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Crise no meu Ubuntu

Houve um erro no meu HD, ele desligou e quando ligou a GRUB marcava: error 17. Acessei a internet com o LiveCD, acessei os fóruns (em menos de 10 minutos, porque tinha que resolver isto rápido) e nada. Resultado: tive de instalar o Linux de novo, deletando todo o meu progresso anterior…

18 Junho 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Real Player no Ubuntu

Instalei segundo as orientações do livro. Em resumo, basta ampliar a base de software repositório para debian-multimedia e depois no synaptic procurar pelo arquivo realplayer e instalá-lo. Já aparece na aba Som e Vídeo. Como plugin do Firefox não consegui ouvir ao vivo um streaming (Rádio Gaúcha) mas consegui ouvir gravado, no mesmo site. Just like my Firefox for Windows.

31 Maio 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Ainda o gravador de DVD

Continuando meus testes com ele, gravei DVD e CD de dados, com os arquivos da pasta meus documentos do Windows. Não travou nenhuma vez, ambos os CDs foram legíveis ao Linux (ainda não tentei no windows, até porque estou com preguiça de usá-lo :) .

A propósito, para minha surpresa, logado como administrador a minha partição windows foi legível sem nenhuma dificuldade no Nautilus. Sem comando nem nada. Estava lá para ser clickada. Não sei se antes, quando eu a montei, eu não tinha procurado direito ou o que aconteceu, mas não tenho mais esta dificuldade.

Por fim, comecei a degustar o livro Beginning Ubuntu Linux. Realmente, um livro muito bom.

27 Maio 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Novidades da semana no meu Ubuntu

1. Comprei há algum tempo um gravador de DVD e uma case com conexão USB, para servir tanto ao meu laptop quanto ao desktop. Tentei gravar alguns DVDs de dados no Windows, e nada. No desktop, nada mesmo. No laptop (menos potente mas menos carregado), começa e depois trava. Pensava que era pela memória RAM, e guardei a case. Nesta semana testei-a no Ubuntu, e gravei meu primeiro DVD-R com sucesso !!!! Agora, para fazer meus backups só falta eu descobrir como montar a partição Windows de sorte que eu tenha permissão de usá-la…

2. Atualizei para o novo Ubuntu. Em uma conexão Virtua 2 mega, foram 1 hora e 15 minutos baixando arquivos e outra hora instalando. Atualizar demora mais que instalar, mas deu tudo certo. Nada parecido com o Windows… Vieram jogos novos, novas opções, etc., tudo sem perder as configurações de usuário.

22 Maio 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Primeiras impressões

1. O Mozilla está abrindo mais rápido, assim como o Open Office. Através do aplicativo “Adicionar programas” baixei e instalei um post it para o desktop, super rápido, logo começou a funcionar.

2. Hoje há reportagem sobre o Ubuntu na Folha de São Paulo

16 Maio 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

O primeiro desafio

Dentro da idéia de tentar fazer tudo no meu Ubuntu 6.10, no segundo dia de instalção tive o primeiro desafio. Tinha de converter imagens RGB em CMYK, conforme uma revista havia pedido. A revista me sugeriu usar o Photoshop. Não conheço ninguém que tenha o photoshop, e a mudança não é possível no Microsoft Photo Editor. Vamos ao Linux!

Abri o Gimp, programa ao qual não estou muito habituado. Após mexer de um lado e de outro, descobri que ele também não realiza a conversão. Saí a procura de algum programa que pudesse instalar pelo Synaptic que fizesse isto, e achei o Image Magick (com ck mesmo). Instalei os pacotes, e não achei o programa. Vi em um forum que uma mulher já havia tido este problema e, como o programa é por linha de comando,  haviam-na sugerido usar outro programa, infelizmente para outra coisa (redimensionar imagens). Procurei, procurei e nada.

Como último recurso, baixei o programa versão Windows, instalei e fui para a linha de comando do DOS. Bingo!!!! A imagem saiu, embora estranha, a revista aceitou!

Lição: 1. Aprender a usar a linha de comando (Shell)! Comprei um livro na Amazon, que deve estar chegando dia 30 de maio.

10 Maio 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda

Diário Linux: Ubuntu

Vendo o lançamento do novo Windows Vista e do preço de sua versão mais completa resolvi voltar meu interesse ao Linux. Já tive instalado o Conectiva 4 e 5, mas alguns programas do Windows e problemas com a impressora me barraram a migração. Desta vez, pretendo montar um novo sistema neste ano, e tenho um disco rígido pequeno (4GB) que estava sem função, tornando a brincadeira mais segura.

Primeiro passo foi comprar um CD na Linuxmall, aqui em SP, 10 reais :) . Escolhi o Ubuntu (6.10), após dúvida entre ele e o OpenSuse, porque o CD era um LiveCD, ou seja, é inicializável. Sempre achei estranho isto, mas por incrível que pareça o LiveCD carregou o sistema operacional mais rápido que o meu Windows XP (Athlon 2.1, 512 RAM, GeForce 64MB). O Open Office abriu mais rápido que no meu laptop (Dell Intel Lentium, digo Celeron, 512 MB RAM, vídeo onboard), o qual geralmente é mais rápido que o desktop. Aqui o primeiro susto: a cedilha não foi reconhecida (teclado ABNT). Mesmo assim, sabadão (último sábado), resolvi instalar.

No desktop do Live CD há um ícone Instalar: basta clicá-lo e começa o processo. A minha intervenção limitou-se a escolha do HD, escolha do teclado e língua (ufa!) e após menos que meia hora o sistema estava rodando do meu HD (devo dizer que este HD também tinha instalado um XP e que por ele estar no limite da sua capacidade o sistema estava muito lento). De cara notei que a sistema estava rápido. Curioso, vi que apenas havia sido ocupado 1,6 GB. O Ubuntu reconheceu o pen drive usb, a internet (Vírtua), a impressora (Epson CX 4700) e de cara me recomendou atualizar o sistema. A brincadeira instalou mais 250 MB pela internet de atualizações, sem travar em nenhum momento (fiquei navegando durante o tempo).  Depois disto, voltei a testar o Open Office e ele continua mais rápido que no Windows, até mais leve que o próprio Office do Bill Gates. Por fim, devo dizer queo scanner de minha multifuncional não funcionou…nada de novo! No XP do desktop ele também não funciona, só no lap top.

8 Maio 2007 Publicado por strehl | Diário Linux | | Sem comentários ainda